Arquivo da categoria: Inovação em Serviços Educacionais

DNA do inovador: Domínio das cinco habilidades de inovadores disruptivos

Por Jeffrey H. Dyer , Hal Gregersen B. , Clayton M. Christensen

Um novo clássico, citado por líderes e pela mídia em todo o mundo como recomendação de leitura para qualquer um interessado em inovação. No  “O DNA do Inovador”, os autores Jeffrey Dyer, Hal Gregersen, e autor do best-seller Clayton Christensen (“O Dilema do Inovador”, “Solução do inovador”, “Como você vai medir sua vida?”) Construíram sobre o que conhecem sobre a inovação disruptiva para mostrar como as pessoas podem desenvolver as habilidades necessárias para avançar progressivamente desde a idéia inovadora  até o impacto. Ao identificar comportamentos de grandes  inovadores mundiais – de líderes na Amazon, Google, Skype e  Grupo Virgin, os autores descrevem cinco habilidades de descoberta que distinguem os empresários inovadores e executivos de gerentes comuns: Capacidade de associação, questionadores, observadores, grande Networking e experimentadores.

Depois de dominar essas competências (os autores fornecem uma auto-avaliação para o auto conhecimento de habilidades próprias de um DNA inovador). Explicam como gerar ideias, colaborar para implementá-las e construir competências de inovação em toda a organização que resulte em uma vantagem competitiva o que só é possível com a criação de uma cultura organizacional de inovação.   Prático e provocante, “DNA do Inovador” é um recurso essencial para os indivíduos e as equipes que querem reforçar a sua proeza inovadora.

DNA do inovador: Jeff Dyer

 

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Parques Tecnológicos: Ambientes de Inovação

João E. Steiner
Marisa Barbar Cassim
Antonio Carlos Robazzi

INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Parques Tecnológicos são ambientes de inovação. Como tal, instrumentos implantados em países desenvolvidos e em desenvolvimento para dinamizar economias regionais e nacionais, agregando-lhes conteúdo de conhecimento. Com isso essas economias tornam-se mais competitivas no cenário internacional e geram empregos de qualidade, bem-estar social, além de impostos.
É típico que esses parques se localizem próximos a universidades e centros de pesquisa, geradores de conhecimento e, principalmente, de recursos humanos altamente qualificados. Essa proximidade gera sinergias e oportunidades.
O Brasil é um país que despertou tardiamente para a inovação tecnológica. Apesar de possuir uma boa capacidade de gerar conhecimento, não foi capaz de produzir, concomitantemente, uma política eficaz de uso do conhecimento. No estado de São Paulo esse descompasso é mais notório, por possuir as instituições acadêmicas mais avançadas.
O Sistema Paulista de Parques Tecnológicos foi instituído pelo governo paulista com o objetivo de estruturar uma política que incentive a criação e a articulação de parques tecnológicos no Estado de São Paulo. Para isso é necessário articular os três níveis do poder público, os diversos setores da academia e o setor privado, tanto o industrial como o de serviços e o imobiliário.

Link para leitura do artigo: http://www.iea.usp.br/iea/textos/steinercassimrobazziparquestec.pdf

O BRASIL NO CONTEXTO MUNDIAL DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

O BRASIL NO CONTEXTO MUNDIAL DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

ANTONIO CARLOS DE CAMPOS1
PATRÍCIA CALLEFI2
ANA PAULA POIANI MARCON 3

Resumo: A questão central deste artigo está baseada na análise comparativa da evolução dos indicadores de inovação tecnológica de alguns países selecionados, com ênfase especial no caso brasileiro. A inovação é a
plataforma para o processo de crescimento e desenvolvimento econômico e está relacionada, com o nível de conhecimento de uma sociedade e é geralmente visualizado por um conjunto de indicadores. Portanto, essa análise foi desenvolvida comparando indicadores de inovação, tais como os gastos e investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), relação pesquisador/habitante, entre outros. Como resultado, verificou-se que existem diferenças substanciais nos indicadores de inovação dos diversos países analisados, especialmente no Brasil. Observou-se que o financiamento e a execução dos gastos em P&D, nos países da OCDE, são realizados, em sua maioria, por empresas, enquanto no Brasil, a maior parte desses gastos fica a
cargo do governo.

Palavras-chave: Inovação Tecnológica, Pesquisa e Desenvolvimento (P&D)
e Desenvolvimento Econômico.

Link para leitura do artigo: http://www.pucsp.br/pos/ecopol/downloads/03_08_11_def.pdf

“SPIN-OFF” ACADÊMICO: CRIANDO RIQUEZAS A PARTIR DE CONHECIMENTO E PESQUISA

O QUE É UMA EMPRESA “SPIN-OFF” ACADÊMICO?

Segundo a definição de Scott Shane um “spin-off” acadêmico (SOA) é uma empresa criada para explorar uma propriedade intelectual gerada a partir de um trabalho de pesquisa desenvolvido em uma instituição acadêmica. Embora várias definições para SOA possam ser encontradas na literatura técnica algumas características importantes são: empresas que se originam em Universidades;empresas que irão explorar inovações tecnológicas, patentes e, também, o conhecimento acumulado por indivíduos durante atividades acadêmicas; empresas que são independentes das Universidade mãe e que têm fins lucrativos; empresas fundadas por pelo menos um membro da Universidade (professor, estudante ou funcionário).

Alguns autores não fazem este tipo de restrição, podendo um “spin-off” ser fundado por pessoas sem qualquer relação com a Universidade. No entanto, empresas que são criadas por funcionários ou ex-funcionários de instituições acadêmicas, mas que não comercializam o conhecimento ou a propriedade intelectual gerada nestas instituições, não são consideradas um “spin-off” acadêmico. SOA tem sido utilizado não só para denominar a empresa criada, como também o processo de criação desta empresa.

“SPIN-OFF” ACADÊMICOS, EMPREENDEDORISMO E DESENVOLVIMENTO

Empreendedorismo é o motor e o combustível da inovação. Não existem dúvidas, atualmente, de que o empreendedorismo, a inovação tecnológica e a comercialização de pesquisa são fenômenos intrinsecamente ligados e vitais para criação e manutenção da riqueza de um país. Pesquisadores de Universidades, sejam professores ou alunos de pós-graduação, são atores únicos no processo de inovação pelo conhecimento tácito tecnológico (“know how”) acumulado que possuem. Por isso, têm grande potencial para criarem produtos ou processos inovadores que são de grande importância para os desenvolvimentos tecnológico, econômico e social de um país.Os “Spin-off” popularizaram-se com o surgimento do Vale do Silício e da Rota 128 nos em tornos de universidades de prestígio, como Standford e MIT. Desta forma, os SOAs têm sido parte da realidade de universidades americanas por décadas. Por outro lado,o fenômeno de SOA na Europa e especialmente no Brasil está ainda na infância. Embora os primeiros SOAs tenham aparecido na Europa na década de 70, muitas autoridades acadêmicas foram indiferentes ou mesmo contra o seu desenvolvimento.Assim, para a criação de SOA, além dos pesquisadores e idéias de produtos ou processos, é fundamental uma cultura empreendedora na Universidade que dê suporte à iniciativa do pesquisador empreendedor. A comunidade acadêmica deve se conscientizar de que o empreendedorismo tecnológico e o processo de capitalização do conhecimento, via criação de empresas de base tecnológica a partir de resultados de pesquisa, são alternativas muito positivas para a Universidade, a cidade, o estado e o país.

O QUE AS UNIVERSIDADES E A SOCIEDADE GANHAM COM A CRIAÇÃO DE EMPRESAS “SPIN-OFF”?

A criação de uma empresa SOA vai ocorrer como resultado de um processo que tem a Universidade como base. Sem a Universidade, com toda infra-estrutura e recursos, a criação deste tipo de empresa não seria possível. Assim, mecanismos para garantir um retorno das riquezas geradas com o processo de criação de SOA ou licenciamento de tecnologias para as Universidades são de grande importância. Nas Universidades são atores fundamentais os pesquisadores e estudantes, que executam as duas funções clássicas: a educação/formação de recursos humanos (RH) e o desenvolvimento da ciência e tecnologia (C&T). A partir destes atores são desenvolvidas tecnologias e criadas empresas. Com a criação de empresas de base tecnológica ou licenciamento de patentes, as Universidades têm retorno financeiro direto na forma de royalties pagos pelas licenças das patentes; investimentos em P&D para desenvolvimento dos produtos/processos e bolsas para estudantes envolvidos nos projetos, etc. Além do retorno financeiro, as Universidades têm também um retorno intangível na forma de prestígio junto à sociedade e às agências de fomento, que têm valorizado fortemente este tipo de iniciativa nos últimos anos. A sociedade também se beneficia diretamente com a criação destas empresas, através da geração de divisas, empregos e tecnologias que levam ao desenvolvimento tecnológico, econômico e social. Estes novos elementos que estão sendo inseridos na realidade da Universidade, tais como proteção intelectual, licenciamento de tecnologias e criação de SOAs, fazem parte de um processo chamado “capitalização do conhecimento”, que tem causado uma “segunda revolução” na Universidade. Nesta revolução, além do ensino e da pesquisa, o desenvolvimento social e econômico é incorporado como parte da missão da Universidade, que tem sido chamada de “Universidade Empreendedora”.

Fonte – Artigo da autoria de :

Maria H. Araújo e Rochel M. Lago*
Departamento de Química, ICEx, Universidade Federal de Minas Gerais, CP 702, 31270-901 Belo Horizonte – MG
Luiz C. A. Oliveira
Departamento de Química, Universidade Federal de Lavras, 372000-000 Lavras – MG
Paulo R. M. Cabral
Instituto Inovação, Rua Cláudio Manuel, 237, 31140-100 Belo Horizonte – MG
Lin Chih Cheng
Departamento de Engenharia de Produção Universidade Federal de Minas Gerais, 31270-901 Belo Horizonte – MG
Cândido Borges e Louis Jacques Filion
HEC, 3000 Côte Sainte-Catherine, Montréal, Quebec, H3T 2A7, Canadá

OBSERVAÇÃO DA CONSULTORA MARIA CARMEN TAVARES CHRISTÓVÃO:

Este assunto é central para o resultado das IES privadas. Inovar nas ações comerciais, na logística educacional, na gestão dos negócios educacionais é vital para o momento. O mercado continua aquecido e com processos de consolidações. Os grandes grupos precisam inovar e buscar diferenciais para concorrerem entre si. Já para as pequenas e médias instituições dependem em muito de novas ideias e do melhor aproveitamento de novas práticas.

Em breve a segunda reunião do FIESPA – Fórum de Inovação do Ensino Superior Particular.


Professora Maria Carmen Tavares Christóvão

Administradora do Fórum do Ensino Superior Particular da ABMES

Blog do Ensino Superior Particular
Tudo sobre inovação no segmento

Gênesis Consultoria Educacional

Consultora para o Ensino Superior do Projeto Linha Direta

ImagemO estudo de modelos semelhantes vem sendo desenvolvidos para Instituições de Ensino Privadas de pequeno e médio porte.

Nova iniciativa intitulada “São Paulo Ideias Novas” (Spin), uma incubadora de ideias.

O CAPITAL E O EMPREENDEDOR: MAIS AMIGOS DO QUE NUNCA

Sérgio Risola
Diretor executivo do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec)

O ano de 2011 termina com saldo positivo, pois foi um bom momento para os empreendedores. É a hora certa de investir no Brasil, como apontou em novembro a revista americana de economia Barron’s, do grupo Dow Jones. É fato: o universo dos empreendedores é a bola da vez e o Brasil precisa estar preparado para os investimentos que estão vindo por aí.

Isso significa ter as instituições adequadas, com gestores capacitados para receber e orientar startups, o plano de negócio bem feito e o pitch afiado para conquistar o investidor. Os desafios são muitos para 2012, mas é possível elencar alguns aspectos fundamentais para que as startups cresçam e o país melhore sua posição no indicador global de inovação.

As incubadoras devem se enxergar como a ponte entre o empreendedor e o investidor. É nelas que o empreendedor aprende a formatar sua ideia, que a torna viável e vendável, para que, quando pronta, seja atrativa para o investimento.

Para as incubadoras brasileiras, 2012 começa com o desafio da implantação do Modelo Cerne, uma certificação semelhante à norma ISO 9000 adotada nas empresas. Algumas incubadoras serão denominadas pelo Sebrae como âncoras e terão recursos para preparar as demais. Haverá auditorias internas e uma externa, realizada pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). Teremos quatro classes para as incubadoras. O Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), com alguns ajustes em seus processos, estaria preparado para ser uma incubadora Classe 3 do Cerne. O próximo ano, portanto, será focado na melhoria de processos para a implantação do modelo, ou, como já passamos a denominar entre nós, a profissionalização das incubadoras.

A aproximação do capital, que começou muito bem neste ano, tende a se fortalecer em 2012. Com incubadoras mais preparadas e padronizadas, a ponte estará mais firme para ajudar o investimento nas empresas nascentes. Empresas mais preparadas na busca pelo capital facilitam a compreensão do modelo de negócio pelo investidor.

As incubadoras estão subsidiando as empresas com as informações necessárias sobre o mundo do capital. O que o empreendedor precisa para emplacar seu projeto é estudar, entender como funcionam os mecanismos de investimento e, principalmente, abrir sua agenda para eventos ligados a investidores anjos, venture capital, private equity e outros. É preciso prestar atenção, porque o fluxo de capital nunca foi tão intenso para o Brasil. Esses ativos estão em discussão e o Brasil é o país do momento para o investimento em inovação e em startups. Buscando sempre entender o que o investidor procura, nós, gestores de habitats de inovação, tentamos mostrar as providências que já estão ocorrendo nas incubadoras com os nossos empresários e, dessa maneira, tentamos evitar ao máximo os desencontros que frustram ambas as partes.

É fundamental, por fim, olhar o momento do mercado brasileiro frente aos grandes eventos esportivos e perceber as inúmeras oportunidades que estão sendo criadas com os bilhões de reais que já começam a circular na economia. O próximo passo é detectar os nichos de mercado mais promissores para as cidades, como mobilidade urbana, e aproximar nossas empresas das oportunidades certeiras. É importante lembrar que não existem limites. E tudo parte da necessidade de o empresário entender como preparar o terreno para fazer uma ideia virar negócio. No caso do Cietec, a nova aposta se chama São Paulo Ideias Novas (Spin), a incubadora de idéias que se inicia em janeiro de 2012. É uma parceria inédita entre os setores público e privado. Envolve a Prefeitura de São Paulo, o Cietec e as empresas juniores de instituições de ensino como USP, Insper, Mackenzie, PUC, FGV, Faap e ESPM.

A Spin visa a incubar ideias que surgem nas universidade e que, em muitos casos, acabam se perdendo no meio do caminho por falta de apoio ou excesso de burocracia. Ela será instalada em uma área de 350 metros quadrados no Cietec, destinada a cerca de 100 jovens e suas ideias inovadoras. Eles passarão por um processo seletivo e, uma vez dentro do Cietec, terão os mesmos benefícios das empresas incubadas, podendo, no decorrer do ano letivo, se capacitar, fazer networking, aprender a gerir sua ideia, transformá-la em um plano de negócio e, a partir daí, torná-la uma possível empresa qualificada a entrar diretamente na incubadora, após a graduação na universidade. O objetivo é criar um grande celeiro de oportunidades a serem pinçadas diretamente para a incubadora, para que nenhuma boa ideia seja desperdiçada.

Link: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI282344-17166,00-TENDENCIAS+E+OPORTUNIDADES+PARA.html

Semana do Empreendedorismo Criativo

Empreender é uma jornada que envolve pessoas. Transcendendo a importância do lucro, o empreendedorismo engloba o privilégio de estar em contato constante com a subjetividade, a criatividade e o contexto individuais.

Como empreender sem negligenciar os valores humanitários? A Semana do Empreendedorismo Criativo irá propiciar discussões interessantes sobre os dilemas, pequenos e grandes, presentes diariamente no ambiente de trabalho. Durante quatro dias, você vivenciará rodas de empreendedorismo criativo e participará ativamente de palestras imperdíveis, de pessoas que fazem a diferença no mundo empreendedor, como Saul Singer.

E mais: o evento realizará o lançamento do livro “A ClearSale tem um segredo. As pessoas!”, de Iris lo-Buono. No mesmo espírito do evento, a obra foi criada àqueles que se interessam por novas ideias e são livres para crescer de dentro para fora.

http://www.empreendedorismocriativo.com.br/Imagem

O que a Profa. Sandra Lencioni, Pesquisadora do CNPq, pensa sobre Inovação?

Professora Sandra Lencioni e geógrafa, Profa. Titular do Departamento de Geografia nd USP. CRIOU o Laboratório de Estudos Regionais do do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo, os e Pesquisadora do CNPq de e coordena Projeto de Pesquisa pesquisadores ¿Qué evoluir do Brasil, Chile e Argentina CNPq /PROSUL. Nesse Vídeo Sandra Fala o Que Pensa Sobre Inovação.

O que é Inovação segundo o presidente da ANPROTEC?

O que o Professor Guilherme Ary Plonski, presidente da ANPROTEC pensa sobre
inovação? Livre docente da USP é um dos mais renomados pesquisadores sobre
inovação e empreendedorismo acadêmico.

Um vídeo de 1 minuto e 26 segundos que pode tornar sua IES mais inovadora.

Link: http://vimeo.com/2108769

vida_cometas

vida_cometas

Pequenas empresas continuam liderando a geração de empregos no país.

As micro e pequenas empresas continuam liderando a criação de empregos no País. Dos
209,4 mil novos postos de trabalho com carteira assinada registrados em fevereiro,
64,3% foram criados pelo segmento.
Deste total, a maioria (45,3%) foi gerada pelas microempresas com até quatro
trabalhadores. Aquelas que empregam entre cinco e 19 trabalhadores responderam por
2,2% do saldo total e os empreendimentos que têm entre 20 e 99 trabalhadores
participaram com 16,7%.
Os números foram extraídos pela Unidade de Gestão Estratégica do Sebrae junto aos
dados do Cadastro Geral de Trabalhadores Empregados e Desempregados (Caged), do
Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados na quarta-feira (17).
A análise mostra que a participação das micro e pequenas empresas na geração de
empregos por setor mantém a performance de janeiro passado, ocorrendo mais
intensamente nos setores de serviços, indústria de transformação e construção civil.
Numa análise com base no porte empresarial, a contribuição das microempresas com até
quatro empregados ocorreu mais fortemente nas áreas de serviços, comércio e indústria
de transformação. A maior participação das microempresas que empregam entre 5 e 19
trabalhadores e das pequenas empresas que têm entre 20 e 99 empregados foi nas áreas
de serviços e indústria de transformação.
A participação das empresas de maior porte ocorreu nos setores da indústria de
transformação, serviços e construção civil.
Recorde
De acordo com Emanuel Malta, analista do Sebrae, o saldo de 209,4 mil empregos
gerados em fevereiro representa um crescimento de 0,63% em relação a janeiro.
Somados os números de janeiro e fevereiro, foram gerados 390,8 mil novos postos de
trabalho nos dois primeiros meses de 2010, maior saldo da série histórica do Caged para
o período.
“Nos últimos doze meses, a variação acumulada do emprego foi de 4,63%, condicionada
pela criação de 1.478.523 postos de trabalho, o maior aumento desde dezembro de 2008
nesse tipo de comparação”, afirma.

Link da reportagem : http://www.empreendedor.com.br/noticias/pequenas-empresascontinuam-
liderando-gera%C3%A7%C3%A3o-de-empregos-no-pa%C3%ADs
Acessado em 24/03/2010